Ser pai é um direito — não um favor.
A guarda compartilhada garante presença ativa na vida dos filhos, evitando afastamentos e fortalecendo o vínculo familiar.
Mesmo quando há conflitos, é possível implementar a convivência equilibrada, com base na rotina da criança e na disponibilidade dos pais.
A Justiça entende que o melhor interesse do menor é conviver com ambos.
Com uma boa orientação jurídica, a guarda compartilhada se torna mais que um direito: é um recomeço afetivo.
Agende uma consulta e saiba como garantir a convivência saudável com seus filhos